Monday, November 12, 2012

Saturday, November 10, 2012

Tuesday, November 6, 2012

Saturday, October 20, 2012

Wednesday, October 17, 2012

Tuesday, October 9, 2012

Friday, October 5, 2012

Back to what we know


Esta semana foi dedicada à minha Invicta. É tão bom, sempre que volto. Nunca me apetece sair mais de lá. Certamente há alguém por aí que me compreenda!

Friday, September 28, 2012

Thursday, September 27, 2012

Wednesday, September 26, 2012

Monday, September 24, 2012

Saturday, September 22, 2012

Tuesday, September 18, 2012

Monday, September 17, 2012

Sunday, September 16, 2012

Saturday, September 8, 2012

Erros comuns

As férias fazem bem a esta malta. não só por causa dos comuns clichés: descansar, apanhar o belo de um sol, não ter horários nem preocupações! Um dos principais motivos é o "arejar de ideias". Parecendo que não, o acto de viajar ajuda em muita coisa (mesmo que, para quem fica cá, seja doloroso ver os outros partir). Lá está, facilita muita coisa, excepto a saudade que mói. 
Voltando ao ponto fulcral: as pessoas acabam por se afastar. Mesmo que seja só por uma semana. A necessidade compulsiva de ver uma pessoa, deixa compreensivamente de existir, devido a uma razão óbvia - a distância. Uma semana é mais do que suficiente para nos apercebermos que aquela vontade de outrora, agora já não é assim tanta. Para a parte que se afastou, claro. Quem ficou, ainda está na mesma. E no fundo, sabe que quando a rotina voltar, as necessidades básicas retornam. Mas aí, só temos que ser fortes. No fundo, se durante umas semanas foi fácil porque se anda a viver "la vida loca", quando voltarmos ao mesmo, "o mesmo" vai ser inevitavelmente diferente. Principalmente porque ainda há pessoas com cérebro. É essa a minha esperança, pelo menos.


P.S.: Coitados aqueles que guardam o cérebro junto do coração.

Thursday, September 6, 2012

Tuesday, September 4, 2012

Saturday, August 25, 2012

Coisas parvas que uma pessoa lê

"As gordinhas e as outras

Serve esta crónica para retratar e comentar um certo elemento que existe frequentemente em grupos masculinos e que responde pelo nome genérico de ‘Gordinha’.
A Gordinha é aquela amigalhaça companheirona que desde o liceu cultivava o estilo maria-rapaz, era espertalhona e bem-disposta, cheia de energia e de ideias, sempre pronta para dizer asneiras e alinhar com a malta em programas. Ora acontece que a Gordinha é geralmente gorda e sem formas, tornando-se aos olhos masculinos pouco apetecível, a não ser em noites longas regadas a mais de sete vodkas, nas quais o desespero comanda o sistema hormonal, transformando qualquer bisonte numa mulher sexy, mesmo que seja uma peixeira com bigode do Mercado da Ribeira.
A Gordinha é porreira, é fixe, é divertida, quer sempre ir a todo o lado e está sempre bem-disposta, portanto a Gordinha torna-se uma espécie de mascote do grupo que todos protegem, porque, no fundo, todos têm um bocado de pena dela e alguns até uma grande dose de remorsos por já se terem metido com a mesma nas supracitadas funestas circunstâncias. E é assim que a Gordinha acaba por se tornar muito popular, até porque, como quase nunca consegue arranjar namorado, está sempre muito disponível para os mais variados programas, nem que seja ir comer um bife à Portugália e depois ao cinema.
À partida, não tenho nada contra as Gordinhas, mas irrita-me que gozem de um estatuto especial entre os homens. Às Gordinhas tudo é permitido: podem dizer palavrões, falar de sexo à mesa, apanhar grandes bebedeiras e consumir outras substâncias igualmente propícias a estados de euforia, podem inclusive fazer chichi de pernas abertas num beco do Bairro Alto porque como são ‘do grupo’ toda a gente acha muita graça e ninguém condena.
Agora vamos lá ver o que acontece se uma miúda gira faz alguma dessas coisas sem que surja logo um inquisidor de serviço a apontar o dedo para lhe chamar leviana, ordinária, desavergonhada e até mesmo porca. Uma miúda gira não tem direito a esse tipo de comportamentos porque não é one of the guys: é uma mulher e, consequentemente, deve comportar-se como tal. E o que mais me irrita é quando as Gordinhas apontam também elas o dedo às giras, quando estas se comportam de forma semelhante a elas.
Ser gira dá trabalho e requer alguma diplomacia. Que o digam as minhas amigas mais bonitas e boazonas que foram vendo a sua reputação ser sistematicamente denegrida por dois tipos de pessoas: os tipos que nunca as conseguiram levar para a cama e as gordas que teriam gostado de ter sido levadas para a cama por esses ou por outros. Uma mulher gira não pode falar alto nem dizer palavrões que lhe caem logo em cima. Já uma Gordinha pode dizer e fazer tudo o que lhe passar pela cabeça, porque conquistou um inexplicável estatuto de impunidade.
Porquê? Porque não é vista como uma mulher? Porque todos têm pena dela? E, já agora, porque é que quando uma mulher está/é gorda nunca ninguém lhe diz, mas quando está/é magra, ninguém se coíbe de comentar: «Estás tão magra!?»
Como dizia a Wallis Simpson: «Never too rich, never too slim». E quanto às Gordinhas, o melhor é arranjarem um namorado. Ou uma dieta. Ou as duas coisas."

Margarida Rebelo Pinto

Friday, August 24, 2012

Monday, August 20, 2012

"Era tão bom que acabou!"

Mais do que uma frase sobre bolos. Ou pastelaria no geral. E a verdade - a melhor parte - é que há quem entendeu o que eu acabei de escrever. Ah pois é, assim sim!

Saturday, August 18, 2012

Wednesday, August 15, 2012

Tuesday, August 14, 2012

Wednesday, August 8, 2012

Friday, July 27, 2012

Thursday, July 26, 2012

Sunday, July 22, 2012

Andamos pelas Marés


Sabes como se faz? Pega nas tuas amigas e vai aproveitar o pôr-do-sol a ouvir boa música. Resulta sempre. Juro!

Monday, July 16, 2012

I hope you have the time of your life

E, no fundo, é assim mesmo. Quando uns estão bem... Estão todos bem. Quando um está mal... Estão todos mal. Estranho é quando um está a tentar ficar bem, e os que têm todas as razões para estar, não o estão. Assim, quem aguenta? É que nem temos a que nos agarrar. Lá se vai a esperança. Assim, tão fácil.
E,miraculosamente, a razão ataca. E sabemos que estamos a ser parvos. Mas o que podemos fazer? Não é controlável.
Hoje, mais vale deixarem para lá. Não há nada que mude as ideias deste lado.

Sunday, July 15, 2012

Thursday, July 12, 2012

Sunday, July 8, 2012

Just... Stop doing it.


Quantas vezes te avisei?

Saturday, July 7, 2012

Friday, July 6, 2012

Complicações variadas


Avalanche de coisas... E sentimentos, e assim. Nem sabes explicar, não é? Essa tua cabeça anda louca. Ora andas chateada com toda a gente, ora estás feliz dessa vida. Ora pensas nos outros, ora só queres saber de ti. Andas que nem te aguentas, miúda. No entanto, há que ser realista. Ultimamente, tudo te calha. E vem tudo num dia! É que nem espera cada um pela sua vez. Quando é para chatear, parece que se lembram todos... E assim sendo, há que te dar razão. Nestas alturas, qualquer pessoa normal daria em maluca... Agora imagina tu.
Mas mesmo assim, põe esse cérebro que ainda te resta no sítio. Olha, concelho de amiga: Tudo nesta vida vai e vem. E isto também vai passar. Mesmo que isso só aconteça quando tu já não quiseres que aconteça.
Chato, hãn? Segredo aqui da perita: Habitua-te. Vai ser sempre assim.

Thursday, July 5, 2012

Thursday, June 28, 2012

Vida nova

A partir de amanhã, tudo muda. Alguém nos ajude.

Tuesday, June 26, 2012

Saturday, June 23, 2012

Friday, June 22, 2012

Muda!

Prometo, muito em breve, voltar ao meu estado normal. Até lá, aguentem-se.

Monday, June 18, 2012

Sunday, June 17, 2012