É o riso, é a lágrima, a expressão incontrolada... Não podia ser de outra maneira. É a sorte, é a sina, uma mão cheia de nada. E o mundo à cabeceira.
Tudo muda, tudo parte, tudo tem o seu avesso. Frágil a memória da paixão... É a lua, fim da tarde, é a brisa onde adormeço, quente como a tua mão!
Tudo muda, tudo parte, tudo tem o seu avesso. Frágil a memória da paixão... É a lua, fim da tarde, é a brisa onde adormeço, quente como a tua mão!
Adoro! Adoro muito ^^
ReplyDeleteeu também (a)
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